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A primeira reunião da Iniciativa América Latina e o Caribe da OCDR sobre a promoção de investimento concentrou-se em empregos e desenvolvimento. Esta reunião colocou as dimensões sociais do desenvolvimento e do investimento como vitais para o debate político e também identificou oportunidades de cooperação regional em termos de política de investimento e a necessidade dos países de fortalecerem suas capacidades para que sejam capazes de melhorar o clima de investimento.
De acordo com os dados estatísticos de 2011 sobre a Migração e as Remessas de Fundos, as remessas para os países menos desenvolvidos têm mostrado resiliência durante a crise mundial, e espera-se um aumento desses fundos em 2011-12. Os países exportadores mais importantes em 2009 foram os Estados Unidos, Arábia Saudita, Suíça, Rússia e Alemanha. Os destinatários principais em 2010 são Índia, China, México, Filipinas e França. As remessas são mais significativas para os pequenos países em termos de PIB. Enquanto os países de alta renda continuam sendo a fonte principal, a migração entre os países menos desenvolvidos ultrapassa a migração entre os PMD e os países da OCDE.
Durante los últimos cuatro meses, DFI participó en cinco eventos de gran importancia en términos de apoyo y promoción en el contexto de las Reuniones Anuales de las IBW, redactó para las Naciones Unidas el Informe independiente sobre Cooperación Internacional para el Desarrollo, incrementó su cooperación con las organizaciones de la sociedad civil (CSO) y los organismos internacionales para que los donantes asuman su responsabilidad en la asistencia...Para maiores informações clique aqui
Um relatório conjunto da UNCTAD e OCDE sobre as medidas de investimento que apoiam os países do G20 verificou que os países do G20 continuam, de forma geral, resistindo às pressões proteccionistas, mas convida-os a permanecerem vigilantes tendo em conta a intensificação das pressões proteccionistas.
A organização Connect US financiou a DFI por um trabalho em parceria com o Consorcio Africano de pesquisas económicas, a Instituição Brookings, New Rules for Global Finance e a Universidade de Missouri / Kansas City. Este trabalho tem como objectivo assegurar que as opiniões dos PBR e dos países africanos, sobre a melhor forma de regulamentação financeira global que pode promover o seu desenvolvimento, sejam ouvidas no G20, no Governo dos EUA e no Conselho de Estabilidade Financeira. Para maiores informações clique aqui. For the video of the Financial Governance Panel click here.
A ONU produziu o primeiro relatório de Cooperação para o Desenvolvimento Internacional, que é uma análise independente de tendências em qualidade e quantidade de ajuda, responsabilização mútua e transparência, da cooperação Sul-Sul, coerência política para o desenvolvimento e a necessidade de reformar a arquitectura da cooperação para o desenvolvimento mundial. O relatório, que a ONU comissionou DFI a elaborar, foi lanchado preliminarmente numa sessão paralela a Cimeira OMD em 21 Setembro. O resumo do relatório está disponível no momento.
Com uma necessidade de financiamento anual estimada em EUA 93 mil milhões até 2020, este Boletim Económico identifica as oportunidades importantes e interesses económicos de investimento em infra-estrutura em África. As prioridades das políticas incluem a mobilização de capitais privados estrangeiros (constatando a importância especialmente da cooperação do IDE Sul-Sul com referência a China), e fontes alternativas de obrigações nacionais e regionais, sob a forma de infra-estrutura (por exemplo Quénia), Fundos de Riqueza Soberana (por exemplo Líbia), e obrigações relacionadas a bens.
Informações sobre o Programa de Remessas do CEMLA podem ser encontradas aqui. Além dos documentos técnicos, o site contém relatórios nacionais com questões sobre o contexto económico, quadro legal e institucional, características dos receptores e provedores de remessas; meios e canais de pagamentos utilizados, custos do envio, publicação da informação, transparência e protecção ao consumidor, assim como a metodologia utilizada para a sua avaliação. Estes estão actualmente disponíveis para Barbados, Bolívia, Colômbia, República Dominicana, Equador, El Salvador e Honduras.
O Banco Africano de Desenvolvimento considera que os lucros no segundo trimestre do mercado financeiro em Gana (18%), Quénia (14%), Uganda (14%), Nigéria (9%), Costa do Marfim (9%), Marrocos (8%) e Tunísia (5%) reflectem um crescente optimismo em termos de recuperação internacional do mercado financeiro, apesar das pequenas perdas nas Ilhas Maurícias, Egipto e África do Sul.
Esta apresentação confirma a teoria neoclássica que os países menos desenvolvidos (LDCs) têm mais probabilidade de receber os fluxos líquidos de capital enquanto os países mais desenvolvidos, saídas líquidas de capital quando se leva em conta o grau de abertura da conta de capital e uma variedade de características dos países. Estas conclusões são baseadas em IDE, carteira de acções, e em certa medida através de empréstimos ao sector privado.
O Boletim de Junho já está disponível online. Esta edição contém dados anuais para 2007-9 e mensalmente os dados para Fevereiro, Março e Abril de 2010. Inclui dados discriminados por país em termos de activos e passivos dos bancos comerciais, taxa de depósitos e empréstimos, de reserva; emissões de obrigações do sector privado, e as operações da bolsa de valores regionais (BVRM), incluindo o número e o valor de valores mobiliários listados e negociados, capitalização de mercado e os índices BVRM e Compostos. O Boletim apresenta informações em Francês e Inglês.







