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Esta edição argumenta que o clima comercial na América do Sul ainda que fortalecido, continua crítico; constata que houve um aumento de transferências de fundos para a América Central; o IDE manteve-se resistente a crise e o turismo no Caribe está experimentando uma recuperação lenta e variável. Os sistemas financeiros da região têm em geral resistido à crise (graças ao reforço da vigilância e regulamentação da última década), embora deva-se sempre certificar-se para evitar crises e a natureza cíclica do crédito. Este problema também identifica um consenso geral de que a regulamentação e a supervisão deve ir além das instituições financeiras individuais para enfrentar os riscos sistémicos, interconexão, e excessivo prazo económico.
O Benin publicou o seu relatório analítico detalhando os resultados do seu primeiro inquérito nacional sobre os fluxos de capital privado e a percepção dos investidores estrangeiros. Veja o relatório aquí. (Somente em francês)
Este relatório do Banco Central apresenta dados colectados durante uma série de inquéritos trimestrais que recentemente substituíram os inquéritos anuais sobre os activos e passivos no exterior. O relatório abrange as operações (valor bruto) e stocks para o período de 2007-2008 dividido em empréstimos e créditos com empresas ligadas (um componente do IDE), créditos comerciais de entidades independentes, e empréstimos de entidades independentes. O estudo também divide os dados em termos de maturidade, sector de actividade e país de origem.
O último relatório do Banco Central apresenta os dados de acções e transacções do T1 2010 em termos de IDE, de portofolio, remessas e rendimentos relacionados. O IDE é apresentado por sector de actividade económica e país de origem, e a dívida do sector privado por termo para os sectores financeiros e não financeiros. O anexo fornece o BdP para 2003 – T1 2010.
Este relatório focaliza no impacto do desenvolvimento de melhor acesso a tecnologia de comunicação e informação. Baseando-se em exemplos de países como Gâmbia, Gana, Quénia, Nigéria, Tanzânia e Uganda, identifica novas oportunidades, especialmente para as PME a desenvolverem seus negócios e os meios de subsistência, reduzir os custos de busca de informações e transacções, e beneficiar da melhoria da eficiência do mercado.
Os indicadores quantitativos da qualidade da governação nos países em desenvolvimento e economias emergentes proliferaram muito desde meados dos anos 1990. Os principais utilizadores destes indicadores são os investidores internacionais, agências de desenvolvimento oficiais, jornalistas e académicos. Os indicadores de governação mais utilizado, e também mal utilizado, são indicadores compostos baseados em percepções. Este artigo argumenta que mesmo os melhores indicadores compostos têm limitações que seus usuários parecem ignorar. Maior transparência é necessária, tanto na produção como na utilização de indicadores de governação.
O quarto número do Global Investment Trends Monitor sugere que o IDE global estagnou em 2010 após uma lenta recuperação em 2009, e não parece estar preenchendo as lacunas criadas pelos pacotes de estímulo reduzido. As corporações transnacionais, em resposta às notícias económicas decepcionantes e turbulências nos mercados de dívida soberana, reduziram seus empréstimos intra-empresas e os lucros reinvestidos caíram na medida que as empresas repatriaram uma grande parcela das receitas provenientes de suas filiais no exterior. As economias em desenvolvimento e em transição sofreram uma redução menos significativa. As fusões e aquisições transfronteiriças mostram uma recuperação gradual enquanto os novos investimentos diminuíram, o que sugere que as perspectivas de uma recuperação sustentável do IDE ainda são incertas. Os prováveis riscos são entre outros os conflitos com as moedas e o proteccionismo comercial.
O Banco Mundial, FMI, UNCTDS e DFI organizaram uma missão conjunta para Bangladesh sobre a estratégia da dívida de médio prazo. Essa missão, conduzida de 20 a 30 de Setembro, teve como foco ajudar a fortalecer a capacidade de Bangladesh na elaboração de uma estratégia de dívida de médio prazo. A missão realizou um programa de treinamento de três dias que foi concluída com uma apresentação muito especial feita pelo Departamento do Tesouro e Gestão da Dívida sobre a estratégia da dívida, e, uma apresentação feita pelos membros da missão sobre as questões de política.
O Departamento Britânico para o Desenvolvimento Internacional (DFID) se comprometeu a intensificar as suas acções para estimular o sector privado a se tornar um motor do crescimento nos países pobres. As medidas previstas incluem: criar um novo Departamento do sector privado, estimular investimentos privados (com assessores especialistas em negócios); incentivar a redução de obstáculos ao crescimento (com condições equitativas para todos os investidores, o comércio mais justo e aberto, a entrada mais fácil no mercado e regulamentação simplificada), a reforma do CDC (Commonwealth Development Corporation) recuperando seu poder de investir directamente, emprestar e oferecer garantias de desenvolvimento onde a necessidade é maior com menor dependência de gestores de fundos, e, pressionar por uma conclusão favorável para as negociações de Doha. Espera-se que o CDC tenha um papel fundamental: DFID organizará um processo de consulta externa sobre como suas verbas serão utilizadas e irão publicar os resultados no início do próximo ano.
Os ministros solicitaram uma aceleração do alívio HIPC restante, cancelamento automático de dívidas para qualquer país atingido por algum desastre natural e apresentação de propostas nas próximas reuniões do G20 para um processo de alívio da dívida que seja mais abrangente, transparente e imparcial. Os ministros também ressaltaram a necessidade de uma acção urgente para mobilizar mais financiamentos inovadores, especialmente nas taxas do sector financeiro e melhorar a representação dos países de baixa renda no G20. Para ver o comuniqué em inglês clique aqui.
O Relatório EFG de Outubro de 2010 está disponível no momento. O capítulo 1 analisa desafios encontrados pelos países que enfrentam uma recuperação lenta, níveis elevados de dívida e refinanciamentos e um sector financeiro ainda deficiente. O capítulo 2 examina o aumento da vulnerabilidade dos bancos na obtenção de financiamento e sua incapacidade de obter refinanciamento ou financiamento a curto prazo através dos sectores e mercados. O Capítulo 3 examina as implicações para a estabilidade financeira das agências de classificação, tendo em conta o recente aumento de risco de crédito soberano e o rebaixamento de classificação de instrumentos de crédito estruturado.







