Em 2009 o CEMLA e a DRI iniciaram um programa de assistência intensiva para melhorar a estratégia, análise e gestão da dÃvida do Haiti, financiado pela ACDI/CIDA. Na sequência do terramoto devastador que assolou o Haiti, a comunidade internacional tem estado a exigir que os credores anulem a dÃvida pendente do paÃs. Um dos primeiros paÃses a fazê-lo foi a Venezuela que anunciou que irá anular a dÃvida do Haiti de cerca de US$290 milhões. Em Julho de 2009 o Haiti recebeu US$1.2 mil milhões em alÃvio da dÃvida dos seus principais credores IFI e Clube de Paris depois de alcançar o seu ponto de culminação PPME. Contudo, este alÃvio só cobriu dÃvidas incorridas antes de fins de 2004. Desde então o Haiti já acumulou novas dÃvidas e aquando do terramoto devia US$890 milhões, dos quais cerca de US$281 milhões ao FMI, incluindo um novo desembolso de US$114 milhões a seguir ao terramoto.
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