Development Finance International
15 Outubro - Medindo Governação (OECD)
Os indicadores quantitativos da qualidade da governação nos países em desenvolvimento e economias emergentes proliferaram muito desde meados dos anos 1990. Os principais utilizadores destes indicadores são os investidores internacionais, agências de desenvolvimento oficiais, jornalistas e académicos. Os indicadores de governação mais utilizado, e também mal utilizado, são indicadores compostos baseados em percepções. Este artigo argumenta que mesmo os melhores indicadores compostos têm limitações que seus usuários parecem ignorar. Maior transparência é necessária, tanto na produção como na utilização de indicadores de governação.
14 Outubro - IDE estagna em 2010 (UNCTAD)
O quarto número do Global Investment Trends Monitor sugere que o IDE global estagnou em 2010 após uma lenta recuperação em 2009, e não parece estar preenchendo as lacunas criadas pelos pacotes de estímulo reduzido. As corporações transnacionais, em resposta às notícias económicas decepcionantes e turbulências nos mercados de dívida soberana, reduziram seus empréstimos intra-empresas e os lucros reinvestidos caíram na medida que as empresas repatriaram uma grande parcela das receitas provenientes de suas filiais no exterior. As economias em desenvolvimento e em transição sofreram uma redução menos significativa. As fusões e aquisições transfronteiriças mostram uma recuperação gradual enquanto os novos investimentos diminuíram, o que sugere que as perspectivas de uma recuperação sustentável do IDE ainda são incertas. Os prováveis riscos são entre outros os conflitos com as moedas e o proteccionismo comercial.
14 Outubro - Missão MTDS a Bangladesh
O Banco Mundial, FMI, UNCTDS e DFI organizaram uma missão conjunta para Bangladesh sobre a estratégia da dívida de médio prazo. Essa missão, conduzida de 20 a 30 de Setembro, teve como foco ajudar a fortalecer a capacidade de Bangladesh na elaboração de uma estratégia de dívida de médio prazo. A missão realizou um programa de treinamento de três dias que foi concluída com uma apresentação muito especial feita pelo Departamento do Tesouro e Gestão da Dívida sobre a estratégia da dívida, e, uma apresentação feita pelos membros da missão sobre as questões de política.
13 Outubro - O sector privado tem a chave para lidar com a pobreza mundial
O Departamento Britânico para o Desenvolvimento Internacional (DFID) se comprometeu a intensificar as suas acções para estimular o sector privado a se tornar um motor do crescimento nos países pobres. As medidas previstas incluem: criar um novo Departamento do sector privado, estimular investimentos privados (com assessores especialistas em negócios); incentivar a redução de obstáculos ao crescimento (com condições equitativas para todos os investidores, o comércio mais justo e aberto, a entrada mais fácil no mercado e regulamentação simplificada), a reforma do CDC (Commonwealth Development Corporation) recuperando seu poder de investir directamente, emprestar e oferecer garantias de desenvolvimento onde a necessidade é maior com menor dependência de gestores de fundos, e, pressionar por uma conclusão favorável para as negociações de Doha. Espera-se que o CDC tenha um papel fundamental: DFID organizará um processo de consulta externa sobre como suas verbas serão utilizadas e irão publicar os resultados no início do próximo ano.
8 Outubro – Ministros dos países de baixa renda nos Encontros Anuais das IBS.
Os ministros solicitaram uma aceleração do alívio HIPC restante, cancelamento automático de dívidas para qualquer país atingido por algum desastre natural e apresentação de propostas nas próximas reuniões do G20 para um processo de alívio da dívida que seja mais abrangente, transparente e imparcial. Os ministros também ressaltaram a necessidade de uma acção urgente para mobilizar mais financiamentos inovadores, especialmente nas taxas do sector financeiro e melhorar a representação dos países de baixa renda no G20. Para ver o comuniqué em inglês clique aqui.







