Development Finance International
2 Dezembro - A OIT utiliza os dados sobre Protecção Social da GSW
A OIT publicou o Relatório de Proteção Social Mundial 2014-2015 que destaca a importância de um maior investimento na area de protecção social, a fim de superar a desigualdade, combater a extrema pobreza e promover o crescimento mais inclusivo. O relatório, que foi baseado em dados da pesquisa GSW para demostrar o quanto alguns países gastam com a protecção social, mostra que o financiamento continua a ser insuficiente para garantir a cobertua universal. Esta constatação reforça a análise dos gastos da GSW em relação a protecção social.
Este relatório da OIT tem como objectivo uma visão geral dos compromissos dos países em relação à protecção social nos últimos anos e oferece uma excelente visão global dos sistemas de protecção social e políticas existentes. A OIT examina a protecção social para crianças, mulheres e homens ainda trabalhando, idosos, e detalha o progresso da comunidade internacional em direção a meta de cobertura de saúde universal. Ele também analisa as tendências recentes, como o impacto dos programas de austeridade no rescaldo da crise financeira global.
Leia a opinião de GSW sobre este relatório e as advertências relacionadas com a recolha de dados de protecção social neste
blog pela Gerente do Programa da GSW, Jo Walker.
18 de Novembro - Evasão fiscal: os países em desenvolvimento estão a pagar o preço
TA evasão fiscal custaria bilhões de dólares em receitas fiscais perdidas para os países em desenvolvimento segundo o relatório da Eurodad. Este relatório
com o objectivo de informar e apoiar o trabalho de advocacia de justiça tributária das OSC, argumenta que as instituições financeiras de desenvolvimento (IFD) controladas pelo governo desempenham um papel central nesta situação fornecendo um ambiente de baixa tributação e de sigilo financeiro para projectos do sector privado através de paraísos fiscais. Este estudo, portanto, faz uma análise crítica da DFIs multilaterais e bilaterais em termos de uso de paraísos fiscais e o nível de transparência da sua carteira. Lembrando que o objectivo dessas instituições é reduzir a pobreza e contribuir para o desenvolvimento sustentável, o relatório sugere que DFIs tem agora diante de si a oportunidade de dar um exemplo de boas práticas em termos de justiça fiscal, transparência e prestação de contas, e propõe recomendações concretas que contribuam ao estabelecimento dos mais altos padrões de responsabilidade no financiamento.
12 Novembro - Como Gerir as Próximas Crises da Dívida
Em um contexto de situações de dívida soberana cada vez mais complexas e onde os instrumentos utilizados para resolvê-las são insuficientes, a agência Eurodad publicou um documento
que analisa as recentes propostas de reforma para a gestão de futuras crises da dívida, propostas estas elaboradas por organizações internacionais. Este documento é destinado principalmente para a atenção dos deputados europeus e de focagem da ONU e do FMI, e fornece recomendações quanto ao papel dos Parlamentos bem como as acções que os legisladores e formuladores de políticas podem tomar para encorajar a Europa a influenciar a criação de futuros mecanismos eficazes de renegociação da dívida que sejam responsáveis e justos.
10 Novembro - Oxfam lançou o relatório sobre a desigualdade
Oxfam publicou o relatório "Equilibre o jogo. É hora de acabar com a desigualdade extrema
" que apresenta evidências de que o fosso entre ricos e pobres é cada vez maior e esta a comprometer a erradicação da pobreza. O relatório analisa as causas da crise da desigualdade e propõe soluções práticas para superá-las.
Novembro - Nova Parceria DMF Banco Mundial
DFI / DRI assinou um novo acordo de parceria com o Banco Mundial para ajudar a implementar o Mecanismo de Gestão da Dívida para os países elegíveis à AID durante 2014-2016. O acordo vai cobrir a facilitação de workshops e missões em matéria de avaliação de desempenho de gestão da dívida (DeMPA), estratégias de médio prazo da dívida (MTDS) e a sustentabilidade da dívida LIC (LIC-DSF) em cerca de 40 países, com ênfase em países da África francófona e na Ásia.







