Um estudo da ODI revela que os africanos perdem 1,8 milhões de dólares por ano devido as taxas excessivas cobradas sobre as remessas provenientes do exterior enviadas por suas famílias. O relatório argumenta que os cidadãos africanos possuem os custos de transferências internacionais mais altos do mundo e afirma que o alinhamento das taxas para a África, poderia gerar suficiente receitas “para por 14 milhões de crianças na escola, quase a metade das crianças sem escola na região, e fornecer agua potável para 21 milhões de pessoas".
Num contexto onde as tarifas internacionais aplicadas às remessas deverão ser reduzidas em 5% em 2014, ODI apela aos Estados para promover a concorrência na área de remessas e estabelecer uma maior transparência sobre a forma como as taxas são definidas por todos os operadores do mercado.