Esta edição argumenta que o clima comercial na América do Sul ainda que fortalecido, continua crítico; constata que houve um aumento de transferências de fundos para a América Central; o IDE manteve-se resistente a crise e o turismo no Caribe está experimentando uma recuperação lenta e variável. Os sistemas financeiros da região têm em geral resistido à crise (graças ao reforço da vigilância e regulamentação da última década), embora deva-se sempre certificar-se para evitar crises e a natureza cíclica do crédito. Este problema também identifica um consenso geral de que a regulamentação e a supervisão deve ir além das instituições financeiras individuais para enfrentar os riscos sistémicos, interconexão, e excessivo prazo económico.