Serviços Consultivos
A nível mundial, DFI passou a ser uma fonte regular de serviços consultivos para muitas organizações internacionais, doadores OCDE e coligações de OSC no que respeita a potenciais reformas à arquitectura financeira internacional, iniciativas de alívio e sustentabilidade da dívida, aspectos de políticas e eficácia da ajuda, e fluxos de capitais privados. Para mais informações sobre os relatórios que resultam destes projectos, queira ver a página de pesquisa encomendada.
A experiência extensiva de DFI de prestação de serviços consultivos inclui ajudar os países em desenvolvimento a:
- empreender uma Análise da Sustentabilidade da Dívida, conceber políticas e estratégias nacionais da dívida e traçar limites nacionais de endividamento;
- negociar alívio da dívida multilateral, dívida bilateral Clube de Paris e não-Clube de Paris e dívida comercial, assim como prevenir ou defender contra processos , em parte sob os auspícios do Programa de Fortalecimento das Capacidades PPME.
- conceber e implementar políticas para a mobilização de recursos externos, incluindo tomar decisões sobre o acesso aos mercados de capitais internacionais, obter uma classificação de crédito do país, conceber uma política de ajuda para maximizar a qualidade e a eficácia da ajuda ao país e implementar essa política negociando com os doadores de ajuda para que estes mudem o seu comportamento
- reestruturar os seus portfolios da dívida interna e conceber estratégias de novas emissões para aprofundar os seus mercados, reduzir as taxas de juro e prolongar os vencimentos
- fortalecer as suas políticas para atrair capitais privados estrangeiros (IDE, fluxos de portfolio, crédito ao sector privado), diversificar os países de origem e os sectores/as regiões anfitriões, reduzir o seu custo e aumentar a sua sustentabilidade e contribuição para o desenvolvimento nacional. Para sugestões sobre como conceber um plano de acção de políticas nesta área (p.12), clique aqui.
Sempre que possível, preferimos prestar serviços consultivos de forma a maximizar a formação dos funcionários nacionais para que estes desenvolvam as suas próprias capacidades técnicas, de modo a assegurar que não tenham de recorrer repetidamente aos nossos serviços ou aos serviços de outros assessores; e de forma a permitir-lhes tomar a iniciativa no aconselhamento aos seus próprios decisores em vez de contarem com os nossos serviços. Além disso, visto que estes serviços consultivos são prestados numa base sem fins lucrativos, são consideravelmente mais baratos que os das organizações comerciais.











