May 28, 2015
 
 
 


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Últimas noticias

ODI LogoUma recepção realizada em Nova Iorque lançou oficialmente o relatório “Financing the Future” elaborado pelo Overseas Development Institute. Este documento recomenda a mobilização de fundos públicos para financiar ODS, especialmente para o benefício de países de renda baixa e de países de renda baixa média e protecção social. As conclusões deste trabalho foram apoiadas pelos membros do painel Ulrika Modéer, Secretário de Estado no Ministério Sueco da Cooperação para o Desenvolvimento Internacional e Winnie Byanyima, Diretora executiva da Oxfam.

 

 

Un EcosocSouth KoreaPor ocasião do Simpósio de Alto Nível do Fórum 2016 de Cooperação para a Desenvolvimento, realizado na Coreia do Sul, o director do DFI, Matthew Martin, participou como pessoa-recurso em seminários sobre o tema do financiamento para o Desenvolvimento. Ele apresentou o caso para um acompanhamento mais próximo da contribuição do sector privado e o financiamento público-privado na realização dos ODS, e  as lições aprendidas com as investigações conduzidas pelo Fórum sobre a Responsabilidade Mútua (RM) como parte de sua futura avaliação. Sua apresentação também incluiu um documento de orientação delineando quais modalidades de cooperação para o desenvolvimento podem melhor contribuir para a realização dos ODS.

 

 
 
 

DFID BlueA pedido do Ministério Britânico para o Desenvolvimento Internacional (DfID), DFI produzirá em breve um documento de posição sobre a política da dívida no contexto dos preparativos para a Conferência das Nações Unidas sobre o Financiamento do Desenvolvimento. DFI também contribuirá com a sua experiência sobre a revisão 2016 do Quadro de Sustentabilidade da Dívida das IBW.

 

 
 
 

ODI LogoDFI colaborou na organização de uma conferência internacional realizada em Acra, Gana, cujo objectivo foi analisar se o financiamento para o desenvolvimento poderia enfrentar os desafios do pós-2015, considerando uma economia global em mutação e a proliferação de novas fontes de financiamento. Convocada pelo Overseas Development Institute (ODI) e uma coligação de parceiros internacionais, a reunião de dois dias foi aberta pelo Ministro das Finanças de Gana HE Seth Terkper e teve como objectivo informar os participantes sobre os últimos desenvolvimentos em matéria de debates e processos políticos fundamentais para financiamento SDGs, fornecer uma visão geral das tendências recentes e futuras em termos de objectivo, uso e impacto das finanças públicas internacionais e apresentar novas perspectivas alternativas sobre o financiamento público internacional e sua utilização.

DFI conduziu uma sessão sobre o tema “Adaptação de planos financeiros à choques positivos e negativos a nível de país” em que representantes de países em desenvolvimento compartilharam suas experiências sobre as dificuldades encontradas em termos de mobilização de recursos para financiar seus desenvolvimentos. Eles também debateram sobre possíveis soluções para superar esses obstáculos .

Para obter mais informações, consulte o programa bem como os destaques da reunião.  

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GCEGSWDFI participou da Assembleia-geral da Campanha Global pela Educação (CGE) realizada em Joanesburgo, na sequência do qual GCE comissionou a DFI para coordenar a elaboração de dois instrumentos fundamentais para a sua futura advocacia. O relatório Education Aid Watch 2015 irá avaliar o desempenho dos doadores na prestação de auxílio relacionado a educação, e da sua disponibilidade para financiar os pós-2015 Objectivos de Desenvolvimento Sustentável. Além disso, um kit de ferramentas sobre o Financiamento do Desenvolvimento vai auxiliar membros internacionais da CGE a analisar as receitas nacionais e despesas com a educação, elaborar programas nacionais de advocacia com o objectivo de aumentar o sistema fiscal progressivo de receitas e despesas.

 

 
 
 

GuineaLiberiaSierra LeoneEm resposta à epidemia de Ebola em 2014, o FMI anunciou que está a cancelar quase 100 milhões de dólares de pagamentos da dívida da Guiné, Libéria e Serra Leoa que irão utilizar os fundos para cobrir o custo do serviço da dívida. O FMI está, portanto, a estabelecer um novo fundo de alivio “Catastrophe Containment and Relief Window” (CCRW), que irá fornecer subsídios aos países que sofrem epidemias e outros desastres naturais. O FMI pede a outros credores da Guiné, Libéria e Serra Leoa para tomar medidas semelhantes para aliviar encargos financeiros.

Enquanto este movimento tem sido amplamente bem-vindo, foram levantadas preocupações sobre o anúncio feito pelo Fundo de oferecer aos países do Oeste Africano novos empréstimos em volta de $ 160,000,000, o que aparentemente iram aumentar os pagamentos da dívida na década de 2020. De acordo com a Jubilee Debt Campaign ", a dívida da Guiné, Libéria e Serra Leoa para o FMI vai aumentar de $410 milhões para $620m ao longo dos próximos três anos, por causa de novos empréstimos no valor de $415M concedidos antes do anúncio".

Os detalhes deste novo mecanismo podem ser encontrados no comunicado de imprensa  do FMI e uma análise por Jubilee Debt Campaign está disponível  aqui.  

 
 
 

ODI LogoUma nova pesquisa do Overseas Development Institute (ODI) afirma que o uso irresponsável de títulos soberanos está colocando em risco as economias da África Subsaariana, criando ciclos de expansão e recessão, uma situação que ecoa da crise financeira asiática dos anos 1990.

Destacando a popularidade de títulos soberanos em muitos países de baixa e média renda, o estudo afirma que o uso dólar como moeda funcional ameaça a capacidade dos países de honrar seus pagamentos aos credores, na medida em que a sua própria moeda local desvalorizou significativamente em 2014. De acordo com o estudo, a África subsaariana poderia sofrer perdas na ordem dos 10.800 milhões dólares USD por causa do risco relacionado com a taxa de câmbio.

Este relatório é composto por duas partes: a primeira fornece uma visão geral dos títulos soberanos emitidos em SSA. A segunda avalia os riscos associados a esses títulos e sua prevalência hoje.

 
 
 

SudanUma missão conjunta da DRI e do Banco Mundial visitou Cartum, Sudão durante o mes de Janeiro de 2015. O objectivo da missão foi elaborar um plano de reforma de gestão da divida, e as suas recomendações foram estruturadas em torno de três áreas principais: quadro institucional, desenvolvimento do mercado interno e risco operacional. A missão preparou um projecto que será submetido à revisão dos funcionários do Ministério e em seguida, às autoridades Sudanesas para comentários. Prevê-se que o relatório final será concluído até finais de Março de 2015.

 
 
 

African Dev Report 2014O Banco Africano de Desenvolvimento lançou a edição 2014 do seu Relatório de Desenvolvimento Africano nas novas instalações do banco em Abidjan, na Costa do Marfim. Esta edição centra-se no tema da ''A integração regional ao serviço do crescimento inclusivo".

Desde a independência na década de 1960, a integração regional tem desempenhado um papel fundamental no desenvolvimento do continente e este relatório tem como objectivo discutir a sua relevância, 50 anos depois, em um mundo mudado e globalizado.

Em seis capítulos, a publicação faz uma análise crítica dos desenvolvimentos ao longo das últimas cinco décadas, em termos de integração económica e política, explorando a importância e o papel das Comunidades Económicas Regionais (CER); o impacto da infra-estrutura regional; as implicações da migração inter-regional dos factores de produção; integração financeira regional e as plataformas necessárias para que se possa ter um impacto real no comércio regional e crescimento económico; e como obter a melhor integração da África à produção e ao comércio global por meio de cadeias de valor regionais.

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WateraidGSW está actualmente a fazer uma pesquisa para a WaterAid cujo objectivo é realizar uma análise de absorção financeira no sector da água e saneamento. O estudo pretende lançar mais luz sobre o paradoxo do porque elevados níveis de água e saneamento e um sector com poucos recursos podem coexistir numa situação de fundos disponíveis mas não utilizados. Análises de orçamento do sector de água e saneamento revelam que as taxas de execução orçamental de muitos países em desenvolvimento são significativamente mais baixos do que as dotações disponíveis no início do exercício.

As razões para a baixa absorção financeira podem variar consideravelmente, e pode incluir capacidade de recursos humanos e habilidades deficientes em diferentes fases de fornecimento, altos custos de transacção causados pela actividade fragmentada do doador, ritmo lento de descentralização fiscal, ou uma mistura inadequada de financiamento corrente e de capital.

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New RulesDFI auxiliou New Rules for Global Finance a organizar dois eventos recentes em Nova York e Washington DC. O primeiro foi uma reunião pública em Washington, patrocinada pelo Heinrich Boell Foundation, em que os representantes do governo dos EUA, os países em desenvolvimento e da sociedade civil discutiram a agenda da Turquia para a Presidência do G20 em 2015, onde Senegal falou sobre as prioridades dos países francófonos.

O segundo foi uma reunião que aconteceu em paralelo aos eventos FfD em Nova York, sobre Parcerias de Financiamento Público-privado, na qual Senegal apresentou sua experiência de PPPs, juntamente com representantes do Banco Mundial, a sociedade civil e do sector privado. Para mais detalhes sobre ambos os eventos, consulte o websiteda New Rules.  

 

 
 
 
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