March 3, 2015
 
 
 


GSW

Últimas noticias

GuineaLiberiaSierra LeoneEm resposta à epidemia de Ebola em 2014, o FMI anunciou que está a cancelar quase 100 milhões de dólares de pagamentos da dívida da Guiné, Libéria e Serra Leoa que irão utilizar os fundos para cobrir o custo do serviço da dívida. O FMI está, portanto, a estabelecer um novo fundo de alivio “Catastrophe Containment and Relief Window” (CCRW), que irá fornecer subsídios aos países que sofrem epidemias e outros desastres naturais. O FMI pede a outros credores da Guiné, Libéria e Serra Leoa para tomar medidas semelhantes para aliviar encargos financeiros.

Enquanto este movimento tem sido amplamente bem-vindo, foram levantadas preocupações sobre o anúncio feito pelo Fundo de oferecer aos países do Oeste Africano novos empréstimos em volta de $ 160,000,000, o que aparentemente iram aumentar os pagamentos da dívida na década de 2020. De acordo com a Jubilee Debt Campaign ", a dívida da Guiné, Libéria e Serra Leoa para o FMI vai aumentar de $410 milhões para $620m ao longo dos próximos três anos, por causa de novos empréstimos no valor de $415M concedidos antes do anúncio".

Os detalhes deste novo mecanismo podem ser encontrados no comunicado de imprensa  do FMI e uma análise por Jubilee Debt Campaign está disponível  aqui.  

 

ODI LogoUma nova pesquisa do Overseas Development Institute (ODI) afirma que o uso irresponsável de títulos soberanos está colocando em risco as economias da África Subsaariana, criando ciclos de expansão e recessão, uma situação que ecoa da crise financeira asiática dos anos 1990.

Destacando a popularidade de títulos soberanos em muitos países de baixa e média renda, o estudo afirma que o uso dólar como moeda funcional ameaça a capacidade dos países de honrar seus pagamentos aos credores, na medida em que a sua própria moeda local desvalorizou significativamente em 2014. De acordo com o estudo, a África subsaariana poderia sofrer perdas na ordem dos 10.800 milhões dólares USD por causa do risco relacionado com a taxa de câmbio.

Este relatório é composto por duas partes: a primeira fornece uma visão geral dos títulos soberanos emitidos em SSA. A segunda avalia os riscos associados a esses títulos e sua prevalência hoje.

 
 
 

SudanUma missão conjunta da DRI e do Banco Mundial visitou Cartum, Sudão durante o mes de Janeiro de 2015. O objectivo da missão foi elaborar um plano de reforma de gestão da divida, e as suas recomendações foram estruturadas em torno de três áreas principais: quadro institucional, desenvolvimento do mercado interno e risco operacional. A missão preparou um projecto que será submetido à revisão dos funcionários do Ministério e em seguida, às autoridades Sudanesas para comentários. Prevê-se que o relatório final será concluído até finais de Março de 2015.

 
 
 

African Dev Report 2014O Banco Africano de Desenvolvimento lançou a edição 2014 do seu Relatório de Desenvolvimento Africano nas novas instalações do banco em Abidjan, na Costa do Marfim. Esta edição centra-se no tema da ''A integração regional ao serviço do crescimento inclusivo".

Desde a independência na década de 1960, a integração regional tem desempenhado um papel fundamental no desenvolvimento do continente e este relatório tem como objectivo discutir a sua relevância, 50 anos depois, em um mundo mudado e globalizado.

Em seis capítulos, a publicação faz uma análise crítica dos desenvolvimentos ao longo das últimas cinco décadas, em termos de integração económica e política, explorando a importância e o papel das Comunidades Económicas Regionais (CER); o impacto da infra-estrutura regional; as implicações da migração inter-regional dos factores de produção; integração financeira regional e as plataformas necessárias para que se possa ter um impacto real no comércio regional e crescimento económico; e como obter a melhor integração da África à produção e ao comércio global por meio de cadeias de valor regionais.

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WateraidGSW está actualmente a fazer uma pesquisa para a WaterAid cujo objectivo é realizar uma análise de absorção financeira no sector da água e saneamento. O estudo pretende lançar mais luz sobre o paradoxo do porque elevados níveis de água e saneamento e um sector com poucos recursos podem coexistir numa situação de fundos disponíveis mas não utilizados. Análises de orçamento do sector de água e saneamento revelam que as taxas de execução orçamental de muitos países em desenvolvimento são significativamente mais baixos do que as dotações disponíveis no início do exercício.

As razões para a baixa absorção financeira podem variar consideravelmente, e pode incluir capacidade de recursos humanos e habilidades deficientes em diferentes fases de fornecimento, altos custos de transacção causados pela actividade fragmentada do doador, ritmo lento de descentralização fiscal, ou uma mistura inadequada de financiamento corrente e de capital.

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New RulesDFI auxiliou New Rules for Global Finance a organizar dois eventos recentes em Nova York e Washington DC. O primeiro foi uma reunião pública em Washington, patrocinada pelo Heinrich Boell Foundation, em que os representantes do governo dos EUA, os países em desenvolvimento e da sociedade civil discutiram a agenda da Turquia para a Presidência do G20 em 2015, onde Senegal falou sobre as prioridades dos países francófonos.

O segundo foi uma reunião que aconteceu em paralelo aos eventos FfD em Nova York, sobre Parcerias de Financiamento Público-privado, na qual Senegal apresentou sua experiência de PPPs, juntamente com representantes do Banco Mundial, a sociedade civil e do sector privado. Para mais detalhes sobre ambos os eventos, consulte o websiteda New Rules.  

 

 
 
 

ODI Publication logoGates Foundation

DFI estará em parceria com o Overseas Development Institute (ODI) na organização de uma conferência financiada pela Fundação Gates, a ser realizada em Acra, em Março de 2015. Esta conferência fará parte nas preparações da conferência da ONU “Financiamento para o Desenvolvimento” a ser em Addis Ababa, em Julho.

O papel da DFI será o de ajudar a mobilizar altos funcionários responsáveis pela elaboração de politicas em países em desenvolvimento e organizar plenárias e sessões técnicas sobre estratégias de financiamento, assim como sessões de actividades praticas demonstrando as complexidades na mobilização de financiamento adequado. DFI participou recentemente na conferência CAPE na ODI em 12 e 13 Novembro, durante a qual foram realizadas reuniões preparatórias para a conferência de Acra.

 
 
 

OIFFFDO

A Organisation Internationale de la Francophonie, com o auxilio da DFI, contou com a participação de vários funcionários de governos de países em desenvolvimento francófonos na abertura das sessões informais de negociações do Financiamento do Desenvolvimento (FfD) em Nova York, que culminarão na Conferência de Financiamento do Desenvolvimento, a ser realizada em Addis Ababa em 13-16 Julho de 2015. Ministros e funcionários da República Democrática do Congo e Senegal falaram sobre os temas: Alívio da Dívida, Parcerias para o Desenvolvimento, e Política Fiscal Internacional e Doméstica.

 
 
 

SudanDFI será financiado pela SECO - Secretaria de Estado da Suíça para a Cooperação Económica para prestar assistência com a estratégia da dívida ao Governo do Sudão. A assistência será composta de duas missões e dois workshops que irão reforçar as instituições de gestão da dívida do Sudão, a capacidade dos funcionários em técnicas de análise da estratégia da dívida, e produzir um documento de estratégia para orientar o progresso potencial do Sudão em cancelar dívidas em atraso, movendo-se através de HIPC e alívio da dívida MDRI, e mobilizadora financiamento de longo prazo para o seu desenvolvimento.

 
 
 

OTE

DFI ajudou na facilitação de um seminário e uma conferência sobre o FME e Banco Mundial, realizados pelo projecto Bretton Woods e o Observatoire Tunisien de l’Econie (OTE), para aproximadamente 50 pessoas entre elas oficiais do governo, parlamentares, sociedade civil e media. DFI falou sobre a Assistência Técnica do FMI, a transparência do Banco Mundial e FMI, e o papel do FMI e Banco Mundial em relação ao gasto social e a protecção social. Para maiores detalhes nas intervenções da DFI, por favor contacte DFI.

 
 
 

wspA OIT publicou o Relatório de Proteção Social Mundial 2014-2015 que destaca a importância de um maior investimento na area de protecção social, a fim de superar a desigualdade, combater a extrema pobreza e promover o crescimento mais inclusivo. O relatório, que foi baseado em dados da pesquisa GSW para demostrar o quanto alguns países gastam com a protecção social, mostra que o financiamento continua a ser insuficiente para garantir a cobertua universal. Esta constatação reforça a análise dos gastos da GSW em relação a protecção social.

Este relatório da OIT tem como objectivo uma visão geral dos compromissos dos países em relação à protecção social nos últimos anos e oferece uma excelente visão global dos sistemas de protecção social e políticas existentes. A OIT examina a protecção social para crianças, mulheres e homens ainda trabalhando, idosos, e detalha o progresso da comunidade internacional em direção a meta de cobertura de saúde universal. Ele também analisa as tendências recentes, como o impacto dos programas de austeridade no rescaldo da crise financeira global.

Leia a opinião de GSW sobre este relatório e as advertências relacionadas com a recolha de dados de protecção social neste

blog pela Gerente do Programa da GSW, Jo Walker.

 
 
 
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